Iniciativa Rio Vivo: cercamento de nascentes inicia em Itabira
Postado em: Notícias
Por: CbhAdministrador202109 0 Comentário
Mais de R$ 9 milhões já foram investidos pelo CBH Piracicaba em favor do aumento da quantidade e qualidade da água no território
Na tarde da última sexta-feira (01/08), a Unidade Gestora de Projeto (UGP), responsável pela mobilização e engajamento das propriedades rurais contempladas pela Iniciativa Rio Vivo na Bacia do Rio Piracicaba, promoveu duas reuniões remotas para tratar da ampliação das ações de proteção de nascentes nos municípios de Itabira e Timóteo.
Em Itabira, 60 propriedades já foram mobilizadas em seis microbacias e 87 nascentes estão identificadas para cercamento. As ações de cercamento de nascentes já iniciaram nesta semana. Já em Timóteo, até o momento, 32 propriedades já foram mobilizadas em três microbacias e 52 nascentes estão identificadas para cercamento.
“São reuniões periódicas importantes para que os processos possam evoluir. A expectativa é que a gente possa ter em breve uma atuação mais presente do Comitê nos produtores de água da bacia, na região de Itabira e Timóteo”, afirmou Jorge Martins, presidente do CBH Piracicaba.
A Unidade Gestora de Projeto é o grupo de trabalho que apoia as ações de mobilização da Inciativa Rio Vivo na microbacia validada e auxilia na identificação de imóveis rurais em cada município.
Etapas de trabalho
A primeira atividade da Iniciativa Rio Vivo contempla a mobilização das propriedades rurais e os projetos de intervenção ambiental. Posteriormente, com base nas informações coletadas, são implantados projetos de recuperação de nascentes – por meio do cercamento e revegetação – e de remediação de áreas degradadas geradoras de sedimentos, com foco em barraginhas, além de sistemas de tratamento de esgoto.
Sobre o Rio Vivo
O Rio Vivo tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água por meio do cerceamento de nascentes, além de promover o aumento da quantidade e da qualidade da água nos rios.
Para tanto, também foram destinados recursos obtidos com a cobrança pelo uso da água para o desenvolvimento de projetos de esgotamento sanitário em propriedades rurais e de controle de geração de sedimentos.
Até o moimento, já foram investidos mais de R$ 9 milhões em projetos de recuperação na Bacia do Rio Piracicaba.







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